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Voltamos por aqui para contar que a AEILIJ também assina como apoiadora institucional o I CONLIJ - Colóquio Nacional de Literatura Infantil/Juvenil na Graduação - Paisagens e Horizontes.
Realizado entre 26 e 28 de maio/26, o I CONLIJ conta com Profa. Dra. Angélica de Oliveira Castilho Pereira (UERJ-CAp), Profa. Dra. Eveline Coelho Cardoso (UERJ-ILe), Profa. Dra. Regina Silva Michelli Perim (UERJ-ILe), Profa. Dra. Beatriz dos Santos Feres (UFF), Profa. Dra. Eliane Aparecida Galvão Ribeiro Ferreira (UNESP-Assis), Profa. Dra. Ana Crélia Penha Dias (UFRJ), Profa. Doutoranda Rejane Mendes Duran Dirques Cavalcante (CP II-UERJ), Profa. Doutoranda Karen Acioly (UFF), em sua Comissão Organizadora.
Sob a coordenação e edição de Regina Michelli, juntamente com Angélica de Oliveira Castilho Pereira e Eveline Coelho Cardoso, o Caderno de Programação e Resumos do I Colóquio (NELIJ-UERJ Publicações), nos apresenta os grupos de trabalho, seus eixos e todas as discussões que enriquecem o Colóquio. Esse material disponibilizamos aqui para download.
Caderno de Programação e Resumos do I CoNLIJ.pdf
Conduzida e concebida pela escritora e roteirista Índigo Ayer, com a participação especial do escritor João Carrascoza, a Faz e Conta, será a primeira residência literária do país(!) criada e produzida exclusivamente para a literatura para as infâncias e juventudes.

A ASSOCIAÇÃO DE ESCRITORES E ILUSTRADORES DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL (AEILIJ), em defesa dos princípios constitucionais e legais que regem a cultura e educação brasileiras, vem a público:
— afirmar que a obra "A bolsa amarela", de Lygia Bojunga, publicada pela primeira vez em 1976, atravessou e foi atravessada por gerações de leitores apaixonados. Como clássico incontornável que é, postula a liberdade, em especial das meninas, quando mesmo ainda crianças, diante de um mundo que lhes é, por vezes, hostil. Como Associação de artistas que também tem em seus quadros especialistas, mestres e doutores na área da literatura para crianças e jovens, convidamos à leitura da obra por leitores de todas as idades. Aqui estamos também, ao lado de professores de todo o país, prontos para conversar sobre esta e outras obras que por ventura tenham sido atravessadas por interpretações tão distanciadas de seus contextos e assim excluídas de acervos e impedidas de fazerem parte da trajetória de tantos leitores.
— protestar veementemente contra a suposta tentativa de veto à circulação da obra em questão no Colégio Militar Dom Pedro II (Brasília-DF), repudiando qualquer mobilização, formal ou informal, que busque subtrair a educadores e estudantes o acesso a um clássico da literatura brasileira e mundial.
— demandar que o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e a direção do colégio se manifestem, de forma pública e inequívoca, sobre a manutenção da obra na lista de leitura, cessando imediatamente a omissão que vem tolhendo a liberdade de cátedra dos educadores e a autonomia da coordenação pedagógica;
— pleiteiar ao Conselho de Educação do Distrito Federal que, no exercício de suas competências de fiscalização e regulação do sistema de ensino distrital, adote as providências necessárias para preservar a liberdade de ensinar consagrada no art. 3º, inciso II, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, inclusive mediante inspeção in loco ou determinação à direção do colégio para que esclareça, em documento oficial, os critérios de seleção das obras literárias adotadas;
— pleiteiar à Câmara Legislativa do Distrito Federal que fiscalize, por meio de seus instrumentos regimentais, requerimento de informação, convocação de autoridades ou instauração de comissão de inquérito, a conduta do Poder Executivo do DF, em especial do CBMDF quanto ao respeito ao pluralismo de ideias e à liberdade pedagógica nas escolas que integram o sistema de ensino do Distrito Federal;
— pleiteiar à Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal e à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados que acompanhem o caso, promovendo debates e audiências públicas sobre a censura informal em escolas brasileiras, com especial atenção às unidades de ensino militarizadas ou de gestão compartilhada com órgãos de segurança pública;
— alertar que a omissão institucional, ao não contrapor-se às pressões de grupos organizados contra a leitura literária, legitima, na prática, a censura prévia vedada pelo art. 5º, inciso IX, e pelo art. 220, § 2º, da Constituição Federal, configurando grave retrocesso na formação cidadã das crianças brasileiras.
Rio de Janeiro, 20 de maio de 2026.
Diretoria da AEILIJ
Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil

Dia 15 de maio, na próxima sexta-feira, temos um encontro marcado na Casa da Leitura | FBN, Laranjeiras | RJ.
Um dia inteirinho para alargar a conversa sobre a LIJ brasileira — "O outro lado do era uma vez" com Susana Ventura, Ninfa Parreiras, Jackeline Farbiarz, Benita Prieto, Antônio Schimeneck, Volnei Canônica, Nilma Lacerda, Igor Ximenes Graciano, Guilherme Magri da Rocha, Regina Michelli, João Bosco Bezerra Bonfim, Lucilia Soares, Anna Claudia Ramos, Sonia Rosa, Elaine Cavion, Mauricio Veneza, Renata Costa e Vanessa Balula.
Esperamos por todos vocês!
Casa da Leitura - Rua Pereira da Silva, 86 | Laranjeiras, Rio de Janeiro
nota: O evento é uma realização da AEILIJ com a parceria da FBN e da Casa da Leitura. O evento é gratuito e aberto ao público.
As ilustras das crianças no traço de ©Ana Thomas Terra
No próximo sábado, dia 9 de maio, vamos divulgar os títulos que irão receber o Selo Destaques AEILIJ 2025. Enquanto o sábado não chega, estamos movimentando as redes divulgando as obras que estão concorrendo.

Card prontinho só falta a sua capa - clica no começo dessa frase, o link vai te levar direto para um arquivo no Canva, sem precisar fazer login, nem nada. Lá tem esse card aqui de cima, esperando por você. Marca a AEILIJ nas redes, cruza os dedos e capricha na torcida!
Estamos então no #Day1 da Bologna Children's Book Fair e quem está por lá de mãos dadas com todos os artistas AEILIJ são Susana Ventura e João Bosco Bezerra Bonfim, presidente e vice-presidente respectivamente.
Com eles seguiu o nosso Catálogo, criado especialmente para o evento. Para marcar nossa participação de estreia na BCBF e nos fazer ouvir e ver de perto, nos apresentar como comunidade criativa de representatividade e atuação nacional brasileira, que honra os percursos individuais, age coletivamente e vislumbra amanhãs em que os artistas do livro para as infâncias tenham maior participação social.
A publicação traz em si, também, a promessa de um futuro que não conhece limites geográficos, mas que leva a LIJ brasileira para as infâncias a novos lugares.

Conheça o nosso Catálogo pelos QR Codes abaixo, nas versões em português e inglês. Ou faça o dowload do PDF versão em português abaixo.
CATÁLOGO AEILIJ BOLOGNA _ 5 version_15 de abril.pdf
Pessoas queridas,
Conseguimos registrar o Novo Estatuto. Aprovado na AGE havida em Porto Alegre em 29 de novembro de 2025, passou pelos procedimentos cartoriais e já nos possibilita avançar em diversos campos. Convidamos a ler sua íntegra!
Diretoria do Biênio 2025-2027
NOVO ESTATUTO - 2025.pdf
A AEILIJ manifesta seu reconhecimento à FNLIJ por sua longa trajetória em prol da literatura infantil e juvenil e agradece o trabalho das diretorias, equipes e, em especial, do corpo de juradas e jurados que ora renuncia, cuja dedicação garantiu a seriedade e o prestígio histórico dos prêmios.
Congratula-se com autoras e autores, de palavras e imagens, bem como com editoras, tradutoras, tradutores, designers e demais profissionais premiados ou finalistas, cuja produção ajudou a formar leitores e a projetar a criação brasileira no Brasil e no exterior.
A AEILIJ recorda, ainda, as ricas interlocuções mantidas com a FNLIJ em ocasiões anteriores, sempre alicerçadas na confiança na firmeza de propósito de suas lideranças e no compromisso comum com a literatura para crianças e jovens.
Diante da grave situação institucional hoje vivida pela FNLIJ, com impactos sobre o funcionamento da Fundação, a preservação de seu acervo histórico e a continuidade de sua missão pública, a AEILIJ manifesta profundo pesar e preocupação, reiterando, ao mesmo tempo, seu respeito à história da instituição e à importância de que ela seja preservada e fortalecida.
Este é um momento de reflexão e de união de forças em todo o campo do livro e da leitura. A AEILIJ, como representante de artistas do livro, coloca-se disponível para o diálogo e para a construção coletiva de caminhos que preservem a memória, o acervo e a missão pública da FNLIJ.
E então? Todos a postos para o ano pós-carnaval?







